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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Cinco anos sem o Rei do Humor – David Cunha o eterno Espanta



David Cunha (18 de novembro de 1957 — 24 de novembro de 2006), mais conhecido como Espanta, foi um humorista brasileiro. Foi eleito pela Globo Sat um dos dois melhores humoristas do Brasil, em 1997, em um concurso com revelações do humor. Vencedor do Segundo Festival de Piadas do Show do Tom, também foi eleito o melhor humorista do Rio Grande do Norte, pela imprensa potiguar. Participou da Escolinha do Professor Raimundo e foi o maior vencedor da Batalha dos Humoristas, quadro do Show do Tom, pois sempre que participou foi o maior pontuador. 

No primeiro ano de carreira, em 1991, estreou na TV com o programa Bastinha Proceis, no Rio Grande do Norte, ficando ao ar por 1 ano e 7 meses. Espanta era apontado por muitos humoristas como o melhor intérprete de piadas do Brasil. Dentre esses humoristas, Marilac Futrica (Renê Duarte), Biba (Amadeu Maia) e Aurineide Camurupim (campeã de uma das edições do Festival de Piadas do Show do Tom). Todos esses, cearenses. Espanta era potiguar (RN). Seu personagem mais famoso foi o Pudim de Cana. 

Davi Cunha faleceu no auge de sua carreira profissional, dois dias após suas últimas gravações no Show do Tom, da Rede Record, onde assinou contrato e seria personagem definitivo do programa. Foi vítima de um acidente de carro, por volta das 17:00, a 40 quilômetros de Mossoró. Faria um show em Mossoró, à noite. Faleceu seis dias após completar 49 anos de idade. Três dias após seu primeiro show, realizado em Natal, foi entrevistado por Jô Soares. 

Pôs o humorista Nairon Barreto, o famoso Zé Lezin, pra abrir seus shows em Natal. Davi Cunha produziu, antes, cerca de 26 show’s do Zé Lezin. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Especial Aniversário Banda Grafith: CD O Melhor do Samba-Reggae

Faixas: 



01. Rebentão - Grafith (Cheiro de Amor)
02. Africa do Sul - Grafith
03. Eu Não - Grafith (Asa de Águia)
04. Jacaré no Seco Anda - Grafith
05. Prefixo de Verão - Grafith (Bamdamel)
06. Vai Nêgo - Grafith (Bamdamel)
07. Revolta de Olodum - Grafith (Olodum)
08. Incenso de Índio - Grafith (Bamdamel)
09. Salassiê - Grafith (Cheiro de Amor)
10. O Amor é Infinito - Grafith (Banda Reflexu's)
11. Esperança - Grafith (Celso Bahia)
12. Camaleão - Grafith
13. Puxada Axé - Grafith (Banda Terceiro Mundo)
14. Chico Bateu no Bode - Grafith (Carlinhos Brown)
15. Selva Branca - Grafith (Chiclete com Banana)
16. Dois Neguinhos - Grafith (Banda Reflexu's)


Especial Aniversário da Banda Grafith: História da banda que atravessa gerações

Os tropicalistas e a aura psicodélica herdada de Woodstock reinavam naquela década de 70 quando João Bastista de Lima, 53, o Joãozinho, resolveu escapar da severidade da educação militar imposta pelo pai para dar vazão à vocação musical. "Éramos doze irmãos criados com soldados para se formarem profissionais liberais", lembra Joãozinho. Na vizinhança da casa situada no bairro Santos Reis, outros jovens dedilhavam guitarras e mais tarde formariam a base das principais bandas de baile de Natal.

A primeira experiência musical de Joãozinho uma rápida passagem pelos Infernais, formado no bairro das Quintas. Se firmou mesmo como guitarrista e cantor na The Shinys, em 1974. "Papai perguntou se pelo menos eu estava ganhando algum dinheiro para dar o aval. O medo dele era termos algum vício. Mas nenhum de nós sequer bebe ou fuma até hoje". Quando Joãozinho saiu do The Shinys, Luís Cláudio de Lima, o Kaka, foi indicado para substituir o irmão. Joãozinho passou a integrar o Alerta 5, depois refundado como Suigeneres, com shows em São Paulo.

Em 1977, Kaka e o irmão mais novo, Carlinhos, se encontrariam na banda Os Impossíveis. Seria o embrião da futura banda Grafith. Enquanto o precursor Joãozinho se apresentava em programas como o Chacrinha, Raul Gil, Clube do Bolinha e outros em São Paulo com o Suigeneres, Júnior também se integrava aos Impossíveis. Quando Joãozinho voltou a Natal em 1981, recusou o convite do Skema Livre para se juntar aos irmãos e o contrabaixista Jaílson. A nova formação dos Impossíveis durou até 1987.

Uma sociedade foi formada com a banda Suigeneres em troca do equipamento de som, fundamental para alavancar qualquer banda na época. Desentendimentos levaram à ruptura. Um micro-empresário de Jardim de Piranhas, fã dos irmãos, vendeu um equipamento completo de som com pagamento dividido em quatro vezes. "Era 1988. Financiamos o carro e apostamos nos shows da campanha política daquele ano. No fim havíamos faturado o equivalente a um mês adiantado" complementa o músico Joãzinho.



Há quem diga que a banda Grafith é a maior expressão musical do RN, Por fim no ano de 2011 a banda Grafith realizará o que muitos dizem ser um dos maiores sonhos banda que é tocar no CARNATAL maior micareta do Brasil !!!


Parabéns Banda Grafith, nó do Blog Só Vivo somos orgulhosos de termos uma banda como vocês levando a bandeira do Rio Grande do Norte !!!

Especial Aniversário da Banda Grafith: Grafith, o carbono da alma popular

Os irmãos Joãozinho, Kaka e Carlinhos.
A Banda Grafith é talvez a mais longeva do cenário musical potiguar em plena atividade. Atravessou as décadas de 80 e 90 com a marca do pioneirismo no lançamento de ritmos de apelo popular em Natal, como o samba-reggae ou a mais nova coqueluxe do momento: o arrocha e a pisadinha, cujo sucesso Me chama de my love já estourou nas rádios. A formação original dos quatro irmãos músicos se mantém inalterada. A sintonia musical e o repertório sem limite de gênero ou preconceitos permite apresentações em eventos dos mais sofisticados até shows em áreas periféricas da cidade. A flexibilidade de adaptação, a produção elaborada de show independente de local e a qualidade e experiência musical dos integrantes colaboram para shows quase diários e agenda marcada já para 2011.


Os irmãos Grafith driblam os efeitos de um tempo contemporâneo a bandas como Impacto Cinco, Terríveis, Montagem, Banda Mix, Circuito Musical e outras. Todas elas bandas de baile iniciadas entre asdécadas de 70 e 80. A Banda Grafith se destaca com algumas composições próprias ou intérprete de músicas que se tornam marca da banda. É o caso de um dos primeiros hits da banda: o samba-reggae Camaleão. Outro grande sucesso - Chico bateu no bode - esconde um crítica pouco conhecida ao compositor Chico Buarque. A composição é do genro de Chico, o baiano Carlinhos Brown. "A música estoura com a gente e passa a ser quase nossa. Temos essa marca de apresentar a novidade, agora com o arrocha e a pisadinha", afirma Cristiano Gomes de Lima Júnior, o Júnior Grafith, que saiu dos palcos para empresariar o grupo.

Durante mais de duas décadas de atividade, a Banda Grafith conquistou um público fiel em diferentes camadas sociais. O Dvd do grupo foi gravado ao vivo em show para 20 mil pessoas no Shopping Estação, na Zona Norte. Aliás, o slogam da banda é facilmente comprovável: "Quem sabe faz ao vivo". Todos eles respiram música e tocam vários instrumentos. "Temos uma legião de fãs sobretudo em estados do Nordeste como Ceará, Pernambuco e Paraíba, e também no Rio de Janeiro. Essa credibilidade nós conquistamos em função de tocarmos tudo e em qualquer canto", se orgulha Júnior Grafith. 

De fato o repertório é tão vasto que os integrantes sequer têm estimativa de quantas músicas compõe o set list da banda. Jovem guarda, reggae, axé, forró, bolero, brega, conforme o pedido. E também à época. O Grafith sempre esteve adequado às novidades de cada geração. Nos anos 80, predominava o rock de Brasília, com Legião Urbana, Capital Inicial, também o Kid Abelha e os Abóboras Selvagens. Um dos grandes sucessos do grupo é a canção Camaleão, tocada em vários shows da banda.